sexta-feira, 4 de junho de 2010

Tempo perdidos


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Podemos recuperar,
o tempo perdidos,
e reparar a falta,
de correspondência,
que vivemos,
à graça e a duplicidade,
de uma vida,
dividida ou,
o abuso que convivemos,
o mundo está,
cheios anúncios,
de revanche ao,
suposto ataque terrorista,
tudo está sendo,
consumindo feito cocaína,
eu vejo a hora,
do tempo real,
o mundo virou,
um puteiro,
onde as besteiras,
virá grandes jogos,
para ficamos salvos,
quem é malandro é o,
cavalo marinho que,
finge que é peixe,
para não puxarem carroças,
outros são bobos,
a ponto de ser,
renderem para virarem,
escravos dos,
procurando pela,
inteligência e a,
consciência moral,
minha avaliação,
avaliar agora,
os dias em quer,
o tempo ser torna,
divertidos em outras imagens,
outros crescem o,
volume de lixo produzido,
resultante de um,
incontrolável aumento,
do consumo,
são cada vez mais,
a sujeira de pessoas,
que dizem que,
vieram para mudar,
a sua cidade,
é a previsão do tempo,
que virá embrever,
numa forte atormentação,
para logo de toda a vida,
aqueles que acreditam,
são os mais tocados,
a ponto de votarem,
naqueles que,
vão transforma,
seu pais numa,
grande e imensa,
putaria bem contente,
por serem visto,
e pensando naqueles,
dias da urnas,
chamada eleições obrigatórias.

Convicção


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A certeza de,
um fato do,
qual apenas,
temos provas morais,
temos intimidades,
entre quatro paredes,
que não dever,
servi para ninguém comentar,
tem muita gente,
que falar demais,
por não ter,
nada a dizer,
sinto agora,
que você,
está distante,
o nosso amor apaixonado,
não é mais,
como antes,
você sempre,
me envolveu,
com chamas naturais,
nunca admitir,
ter perdido você,
eu não tenho,
razão para eu contorna,
do hotel para,
a sua casa,
quero dar,
um jeito,
de chamar,
a sua atenção,
pois por,
convicção,
minha vida,
está passando,
correndo,
é assim,
eu vou acabar,
me perdendo,
apenas faltando,
ficar louco,
só para,
chamar a sua,
grande atenção.

A inveja


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A inveja é o desgosto,
de cresce na felicidade,
dos outros,
a inveja é um desejo,
violento de possuir,
o bem alheio,
tem gente que é,
invejo assumido,
outros falam,
pela costas dos outros,
esse sentimento,
tem o desejo,
de possuir bens materiais,
de quem conquisto,
com rápidesse,
e lutas grandes,
a cobiça sempre
se inicia com uma,
pitada de inveja,
ou vice-versa,
a inveja é a mais hipócrita,
das deficiências humanas,
pessoas tem conflito interno,
entre desprezo por si mesmo,
a alma se vê,
dividida em um grande orgulho,
algumas pessoas,
acreditam que não,
tem capacidade de conquista,
nada dos seus objetivos,
a grande dor deles,
não é a falta de bens,
mais sim a tristeza,
que fica do lado,
de que não os merece,
viver presa sobre,
a natureza humana,
que um dia ser perdeu,
no lado divino,
de todos os homens.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Uma tarde em Paris


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Fui fazer um,
roteiro de delícias em Paris,
eu vir lindíssima obra de artes,
eu conheci uma pintora,
que fez o meu retrato,
elaborada com tintas,
e acompanhada com uma,
moldura entalhada,
de fino acabem,
eu entrei numa cidade,
onde a intelectualidade se reúne,
lá estava eu,
numa bela tarde de outono,
como a minha vida,
falando palavras,
da minha alma,
e a exatidão,
procurei ir nas,
livrarias para,
eu ser pertencente,
ao maior grupo,
de editoras,
do mundo,
fiquei vendo,
a torre eiffel,
numa tarde descontraída,
não foi fácil acorda cedo,
com o corpo querendo a cama,
e com o relógio marcando oito horas,
para ver o marco,
mais famoso de Paris,
foi um sacrifício,
para eu ver a exposição Mundial,
mais famosa do planeta,
eu andei acompanhados,
com os franceses,
procurei comer,
a comida deles,
visualize mapas,
para eu obter rotas,
da onde eu me encontrava,
é um absurdo alguém,
falar que isso,
não é um mundo,
isso já é um cartão postal,
já sacramentado,
por turistas de todos os cantos,
o entusiasmos de viver aqui,
é muito grande,
que até da vontade,
de bebe dois copos de champagne,
brindando uma nova vida,
no símbolo mais importante,
de toda a Europa.

cheia de manha









Você sempre me ganha,
com esse choro de criança,
eu sou sempre obrigado,
a fazer os seus desejos,
em forma de obrigação,
eu nunca tenho,
opinião coletiva,
eu me entrego,
no seu castigo,
sem saber,
que eu tenho direito,
de me negar,
pois nem todas as ordem,
são obrigações,
você me obriga,
a fazer seus desejos,
em forma de vontades,
o seu jeito,
me deixa confuso,
sem saber o que,
eu vou fazer,
da minha vida escravizada,
eu nunca esqueço do dia,
em quer você,
estava na maternidade,
te trouxe chocolates,
e uma cesta de flores,
nos dia das mães,
te levei,
na torre de Paris,
eu não consigo,
dizer um não,
em forma de negação,
os pedidos que você me faz,
eu faço numa ordem,
você é ardil tem astúcia,
não sei de onde,
você é destreza,
pois você sempre ganha,
nunca você me fez promessas,
eu queria um dia,
sem escuta as suas alegações,
quero você em silencio,
em forma de inquietação,
preciso fica sozinho,
nem que seja,
um minutinho,
pois eu preciso aceita,
você do jeito que você é,
sem duvidas e sem arrependimento,
coisas que muitos,
ainda tem sobre,
uma relação.

O frio de Londres


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Londres amanhece com neblina,
a onda de frio siberiano,
continuava castigando,
o Reino Unido,
perturbando fortemente,
o tráfego rodoviário,
a formação de placas,
de gelo nas estradas,
está ser transformando,
em cobertura para o asfalto,
principais aeroportos,
permaneciam abertos,
outros estão,
com cancelamentos,
e atrasos de voo,
os efeitos também,
são sentidos no,
restante da Europa,
países se preparam,
para mais nevasca,
as temperaturas caíram,
milhares de escolas,
em todo o país permaneciam fechadas,
para as crianças uma,
alegria em forma,
de ferias de Natal,
vários acidentes complicaram,
a sociedade da Europa,
não queria está lá,
para enfrenta um onda de frio,
mais quero está lá,
para conquista um trono,
para Unir o que nunca foi unido.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Pare os relógios


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Pare os relógios pois eu não quero,
que aquela hora passe,
eu vir você desatinando,
o meu sorriso,
quando eu vir o seu corpo,
gostoso e sedutor,
é tão difícil,
não ver a sua marca,
que ser esconder,
atrás da escosta,
você é minha alegria,
quando vejo você,
sempre meio-dia em ponto,
não quero tampa,
os meus olhos,
para não ver,
a beleza sua que,
traz tanta maldade,
nas nossas cabeças,
ser eu ter ver de novo,
a meu sentido ser perde,
mais ser eu não ver você de novo,
os meus sentidos virá,
o contrario do irracional,
acho que eu mereço,
esse seu castigo,
de ver você sem,
pode te tocar,
tem sentir,
ou te envolver,
com o meu amor,
eu só fico no ansiedade,
de um dia ter você,
face a face,
como o meu amor assumido,
por todos os lado,
da onde você andou,
seduzindo outros,
com o seu corpo sedutor.

Argumentos ( a falta de objetivos)


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A falta de objetivos,
é grande nesse sociedade,
eu tenho que saber,
que nem todos,
querem um grande futuro,
mais eu também,
preciso saber,
que outros querem,
um futuro em diante,
a moderação não,
usam nós jovens,
em diversões,
tem jovens que,
querem ser alguém,
no sonho deles mesmo,
outros querem seguir,
exemplos dos outros,
que venceram na vida,
cheia de acreditação,
não quero ser copias,
de alguém (eu sou eu)
(e o exemplo é ele)
quem quer ser alguém,
siga seus princípios,
e a sua razão verdadeira,
temos que te,
o nossos bem querer,
e não querer o nosso bem querer,
pois ser não é assim,
as nossas vidas não,
vai virá uma história,
realizadas e exempladas,
mais sim vai ser lendas,
contadas do imaginário popular,
e que nunca aconteceu,
e nem foi realizada,
temos que saber onde queremos chegar,
"pois quem não saber onde quer chegar
nunca chegar lá"

terça-feira, 1 de junho de 2010

Poema para (Renato)


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Quem canta,
em presente,
jamais será passado,
Canta,
com essa voz sonora,
com garra,
com verdade,
Canta por mim,
meu rei,
por um garoto carente,
que morre de saudades,
ninguém levará seu brilho,
ninguém afastará seu cantar,
ninguém leva a sua inteligência,
de vontades e lutas,
do meu lugar,
sua voz,
é o mundo mais salutar,
da (geração coca-cola)
meu ídolo,
que não ser perdeu,
nos (teatros do vampiros)
De viagens carentes,
explicando (pais e filhos)
não sei onde você andou,
sou sei que você,
pegou um (vento no litoral) frio,
(Meninas e meninos)
o que tem na musica,
é algo de respeito,
eu sei agora a importância,
do(monte castelo),
na minha vida,
quero fica,
sem duvida,
no (séra só imaginação)
eu adoro ouvir,
e descobrir que,
os (índios) estão,
atacados por ser inocentes,
você provou,
que( Angra do Reis)
era boa para viver,
com seu povo cantante,
Em busca de um novo amanhecer,
o sonho transformou em poesia,
as realidades virou melodias,
somente para enaltecer,
com esse (tempo perdidos)
que ser viver hoje,
você falou que,
as línguas do anjos,
sem amor,
não é nada,
tenho certeza,
meu amigo,
que qualquer dia,
a gente vai se encontrar,
seja a onde for...

A vizinha Italiana


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Dela eu só vejo,
uma massa sobre,
o meu paladar,
ela veio da Europa,
caçando novas roupas,
o vocabulário dela,
é um glossário,
de termos desintendidos,
eu escuto todos os dias,
ela cantando a canção,
(scrvime de Nino Buonocuore)
não da para viver,
junto dela,
bebendo vinho,
e comendo massa,
mais o amor dela,
valer feito aquela canção,
ela reside perto,
da minha morada,
queria dança,
com ela falando,
the dance,
e esquecer que ela,
ser habita na proximidade,
de uma outra pessoa,
chamada(Cláudio Baglioni)
o eterno e doce amado,
que fez da musica,
uma verdadeira composição.

Os sentidos dos ventos


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Todo vento tem uma direção,
eu posso determina ele,
com um cata-vento,
ou uma biruta então,
eu queria que o vento,
me levasse no sentido contrario,
queria esquecer de,
tudo que eu não tiver,
eu provei que o ar existir,
através da minha respiração,
o calor do solo está aquecendo,
a camada da minha pele,
dilatando a minha corrente sanguínea,
eu queria que o meu amor,
acreditasse que não tem palavras,
para explicar que o nosso amor existir,
eu queria ir para uma mata aberta,
para saber o sentido dos ventos,
que está movimentado as folhas,
da árvore que eu e meu amor,
plantamos aqui,
eu vou pegar um anemômetro para,
medir a velocidade do vento,
quero seguir todas as estações meteorologicas,
para eu chora lado a lado,
com o amor que eu nunca tiver,
vou pegar o meu barco a vela,
junto de um moinho de vento,
e resumir que eu,
gosto de uma brisa,
para ficar em silencio aqui,
eu sou fraco e agradável,
feito um ar classificado,
eu aprendi a amar a terra,
pois eu sou gente que,
envolver a terra aqui,
queria ser um vento alísio,
para mover os cabelos,
de quem ser diz,
que está aqui,
não quero que ninguém,
pare as correntes do ar quente,
pois eu respiro trazendo,
a quentura que aquele amor traz,
no aquecimento desigual,
da terra bem aqui...

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