Aqui está um pouquinho da minha história, paixões, esperanças, inconformismo Minhas qualidades e defeitos estão em algumas linhas... Minha insanidade e devaneios vagam nesse mar de idéias que flutuam em nossa imaginação. Todos nós somos demônio e anjo ao mesmo tempo. A cura e o vírus de nossas dores.
sábado, 25 de maio de 2024
Estão te maltratando por dinheiro
quinta-feira, 23 de maio de 2024
A natureza está falando
terça-feira, 21 de maio de 2024
O homem como natureza e espírito
segunda-feira, 20 de maio de 2024
Poema sobre o segredo da vida
domingo, 19 de maio de 2024
Poema sobre o Rio Grande do Sul
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Não ouve os desabrigados pela enchente nem o lamento dos flagelados transmitidos pelas mídias sociais pelas TVs e jornais. Não sabe o número exato de mortes nem identifica se a força das águas é castigo divino, destino ou má-sorte. Quem escreve poemas sente a água no pescoço e a escuridão da rua que virou rio penetrou poros, nuca, mãos, dedos rosto encharcou a alma sem alvoroço abriu um buraco no coração da fundura de um poço. Quem escreve poemas não tem essa visão de grandeza vista de uma espaçonave um satélite que voa sobre o planeta azul mandando imagens reais do cataclismo climático no Rio Grande do Sul. Quem escreve poemas não vê as coisas do alto. Ao contrário quem escreve poemas vai direto ao coração da pessoa sondar se ela tem vontade em construir em si mesma a dor de alguém que perdeu casa, carro, roçado tia, tio, primo, cunhado tudo o que tem e mesmo assim na ausência dá a volta por cima agradece à vida por sua querência. Quem escreve poema empresta eletricidade à casa em escuridão que à mercê do tempo ficou exposta aos projetos do homem em seu sonhos de ambição. Quem escreve poemas não tem a exatidão do estrategista do engenheiro urbanista ou empresário do agronegócio que projetaram fartura e glória econômica ao estado e ao sócio. Quem escreve poemas usa a palavra como um motor que salva cavalo, gente, cachorro ressalta o trabalho, do soldado, bombeiro, o herói da Defesa Civil que prestam socorro e de forma sutil, oferecem amor. Quem escreve poemas em nome de uma causa maior não procura culpados ou responsáveis por uma tragédia mas se ajoelha rente ao chão e transforma galões de água sacos de arroz, farinha e açúcar em poderosa oração. Quem escreve poemas bah, tchê tem coração de guri chora pelo Rio Grande do Sul, de Manaus ao Recife, do Oiapoque, do Beriva ao Chui.
domingo, 5 de maio de 2024
Poema sobre as tragédias
sábado, 4 de maio de 2024
O mundo tem um rosto
quinta-feira, 2 de maio de 2024
Poema sobre os próximos anos
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