segunda-feira, 7 de outubro de 2013

O Eclesiastes das nossas vidas

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Existiu um tempo que ficou distante,
Um tempo que inventávamos canções belas e suaves.
Existiu um tempo em que respeitávamos nossas famílias
Que unidos almoçávamos e jantávamos em uma mesa única.
Existiu um tempo em que respeitávamos uma amizade,
Um tempo que as mulheres usavam batom e maquiagem,
Hoje as meninas usam como se fosse um quite da Barbie.
Existiu um tempo em que as pessoas compravam só o necessário
Hoje tudo o que elas ganham se transforma em dividas tributarias.
Existiu um tempo em que amávamos o próximo,
Um tempo que ajudávamos quem precisasse.
Existiu um tempo em que a cor e o sexo não faziam a diferença.
Hoje coisas diferentes são preconceituosas,
Pois você sente dificuldade em soletrá-las.
Existiu um tempo em que a literatura revolucionava o mundo,
Hoje a revolucionada é a mídia manipulando quem pensa
Que esta informada de todas as coisas deste mundo.
Existiu um tempo em que buscávamos conhecimento para viver,
Hoje vivemos por viver sem saber o, por que.
Existiu um tempo em que as pessoas falavam do amor
Pois sabiam, que o amor era mais importante que a Fé e a caridade.
Hoje existe um tempo em que ninguém se fala mais nisso
Por pensarem que isso é apenas umas das coisas normais que existe nesse mundo.
E todos vocês dizem que o amor não se discute
Pois foi feito apenas para usá-lo e abusá-lo quando for necessário.
E assim vocês dizem que, como o joio é semelhante ao trigo
O amor virá até vocês, até vocês dispersá-lo por não querer-te, mas.
E assim vocês mudam as suas formam de amar
Mas não mudam a forma do amor.
Pois todas as coisas passam, mas o que não passa é o amor
Que só conhece o que é a verdade.

Poema para os professores

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Dessa vez, não daria para chamar
Os manifestantes de desinformados.
Pois os mobiliza-do são profissionais
Que vivem para informar e desinformar
Quando estão obedecendo a um sistema
Político federal, político estadual e político municipal.
Entretanto, não estou aqui para falar sobre o sistema,
Mas estou aqui para falar dos professores
Que estão no impasse com a prefeitura carioca.
Que estão sendo espancados pela polícia,
Por causa de um querer que já vem
Há bastante tempo,
E por causa de uma política incrementada,
Com as suas leis internas.


Nossos políticos podem até negar,
Mas tudo isso acontece por poder e dinheiro.
Estamos vivendo a era
Da tremenda incerteza.
O mundo está um caos á beira do abismo,
E a humanidade está em colapso dentro do labirinto.
A regra agora é a estupidez,
A ordem agora é bater em quem estar se manifestando
E o progresso é matar quem estar nos desafiando.
Foram-se as idéias, os diálogos e os entendimentos.
A política sindical, a ideologia partidária e a intolerância administrativa,
Seja federal, estadual ou municipal
Estão se impondo acima das leis, das normas e das instituições.
Os governantes se acham mais importantes que os governados,


E os delinqüentes se acham mais legítimos do que qualquer cidadão.
Em algum momento ninguém percebeu exatamente quando
Queríamos viver em paz,
Junto das pessoas que a gente amava,
Dos amigos que a gente prezava,
E do trabalho que a gente gostava.
Tudo acabou de sair de linha,
Tudo ficou fora de moda.
Pois o tempo da delicadeza já passou!
Agora se fala de violência simbólica, resistência simbólica e revolução simbólica,
Mas o que a gente precisa mesmo é de revolução de bom-senso,
Harmonia, equilíbrio e conciliação.
Pois em vez de paus, pedras, pistolas e gases lacrimogêneos,
O que a gente precisa é de um mínimo de civismo,
Um pouco de civilidade e,
Principalmente, à volta à civilização não fariam mal a ninguém.



Bem aventurados os professores da Rede Pública do Rio que mesmo em condições tão precárias educam enquanto choram!

O bem-aventurado

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Eu preciso fazer uma peregrinação
Para entender que não importa
Quanto seja bom uma pessoa,
Pois ela vai feri-lo de vez em quando
E você precisa está ciente para perdoá-la por isso.
Eu preciso viajar pra bem longe,
Para mudar essa minha vida solitária
E entender um pouco sobre a vida
Que levamos anos para construirmos sobre grãos de areias
Dando-lhe segundos para destruí-la.
Destruí-la por não construirmos sobre rochas intactas.
Eu preciso dar um tempo,
Um tempo pra olhar ao meu redor.
Pois não tenho mais onde me esconder,
Parece que meus amigos que tentei mudar
Finalmente me encontraram por eu compreender
Que os amigos mudam.
Mudam, e às vezes não sabemos por quê!
Eu preciso conhecer outros caminhos,
Pois as circunstâncias e o ambiente tiveram influência sobre mim,
Mas não na responsabilidade que é de mim mesmo.
Eu queria que um guia ou uma guia me mostrasse o que é o amor,
O amor que ela e ele sentem por dentro
Para controla-me os meus atos senão
Eles mesmos controlarão.
Eu preciso pensar nas coisas sagradas,
Como o amor que habita nos corações de todos
Mas cada um carregando uma carga positiva dele,
Dando ao entender que muitos nos amam,
Mas simplesmente não sabem como demonstrar isso,
E que só porque uma pessoa não o ama como você quer,
Não significa que ela não o ame com tudo o que pode.
Eu preciso chegar ao meu destino final
Para entender que não importa em quantos
Pedaços o meu coração foi partido;
Pois o mundo não pára, esperando
Que eu conserte o estrago
Causado por um alguém que não me perdoou
Por eu não ter me perdoado primeiro.

domingo, 6 de outubro de 2013

A poesia

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A poesia não é só uma literatura a ser lida, a poesia também é pra ser interpretada, pois trás consigo todo esse aparato de informação.

La poesía es no sólo una literatura para ser leído, la poesía también debe interpretarse como que trae consigo todo este aparato de información.

Die Poesie ist nicht nur eine Literatur zu lesen ist, ist die Poesie auch zu interpretieren, wie es mit all dieser Vorrichtung von Informationen bringt werden.

La poésie n'est pas seulement une littérature à lire, la poésie est aussi à interpréter car il apporte avec tout cet attirail de l'information.

Poetry is not only a literature to be read, the poetry is also to be interpreted as it brings with all this apparatus of information.

La poesia non è solo una letteratura da leggere, la poesia è anche quello di essere interpretato in quanto porta con tutto questo apparato di informazioni.



quarta-feira, 2 de outubro de 2013

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

O objetivo da vida

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O maior objetivo da vida é amar. O resto é vivência.
Precisamos amar. Porque o amor nos liberta palavras que não tínhamos coragem de dizemos para nós mesmos.

O poema do delírio, da agonia e da desesperança


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O custo Brasil já sacrifica o país com juros e impostos altos
E com logísticas e infra-estruturais precárias.
Mas, como o que está ruim sempre pode piorar,
O custo econômico acaba de agregar um custo político
Que só existe neste país de coisas belas e sujas.
A criação desta semana de mais dois partidos
Não estava em nenhum cartaz dos manifestantes
Que foram para as ruas protestarem
Quanta um terrível tempo em que não poderíamos mais suportar
E que não se poderia mais viver na farsa de um sistema
Que estava destilando a nossa paciência na carne,
Mutilando as nossas idéias com ódio dos bárbaros,
E adormecendo nossas almas indolentes.
Além de reforma da política,
Com menos partidos,
Os protestantes também pediram reforma dos partidos,
Com menos políticos.
Em vez disso, velhos lobos em pele de ovelhas
Decidiram honrar os eleitores,
Trabalhadores e contribuintes com
Velhas manobras e velhas intenções.
Temos agora 32 partidos capazes de escrever na Bandeira Nacional,
Em vez de “Ordem e Progresso”, outra frase menos edificante:
"Quem com ferro feri, com ferro será ferido”.
A força da democracia e o potencial de representatividade
Não estão no número de partidos,
Mas na qualidade dos políticos.
Neste momento, o Brasil é o único país do mundo que precisa
Explicar como é possível viver,
Conviver e desenvolver qualquer coisa com 32 partidos
E nenhuma contribuição política útil,
Prática, relevante e indispensável.
Então, até quando vocês os deixaram beberem
O sumo de seu sangue?
Até quando vocês acreditam
Em partidos que vivem em festas de medalhas,
E políticos que vivem felizes nos planaltos
Por terem conquistado essa gloria?

Anjo primeiro, espírito depois









Meu amor, eu preciso te falar
Que eu não posso condenar
O meu coração criticá-lo
Ou envergonha das palavras dele.
Pois eu sou uma criança de Deus,
E Ele me guarda no meio de uma luz
Radiante e amorosa.
Meu amor, eu não posso ler o futuro,
Mas ainda quero te ter por perto.
Tão perto de manhã,
Compartilhando já à noite com você.
Pois neste momento a força das
Estrelas passam por nós, e nos
Permite fazer milagres.
Meu amor, eu tentei esquecer você,
Mas quando olhava para trás,
Escutava teu coração dizendo:
'Porque não acredita, mas nos milagres do amor?'
Eu simplesmente sentei e chorei
Pois eu precisava de silêncio
Para entender que quem desacredita no amo
Desacredita também em Deus.
Então, você insistiu em me querer,
Aparecendo como um anjo primeiro
E um espírito que não me deixava partir...
Partir no momento em que eu tentava expulsar
O seu espírito da minha vida.
Então, você decidiu a me querer.
Pois você estava disposta a fazer
Qualquer coisa pelo meu amo.
E, eu decidi dizer coisas
Que eu mesmo não queria saber.
Pois eu tinha medo de expressa-las,
Mas você me deu um motivo,
Um motivo para encarar a verdade.
Sabendo que a verdade está
Onde existe a Fé.
Então, eu decidi estar com você
Não por dois minutos e esquece - lá por três horas.
Mas porque eu tenho uma vida pela frente
E decidi usá-la com você
Meu anjo primeiro e meu espírito depois.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

O vôo da liberdade

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Um dia, eu vir um pássaro adornado com um par de asas perfeitas
E plumas reluzentes, coloridas e maravilhosas.
Um dia, ele estava voando no meu quintal,
O pássaro também me viu.
E eu fiquei a olhar o seu vôo com a boca aberta de espanto,
O coração batendo mais rapidamente,
Os olhos brilhando de emoção.
Eu em algum momento tive a impressão
Que ele me convidou-o para voar com ele,
E então comecei a imaginar que eu
Estava no céu em plena harmonia.
Admirando, venerando, celebrando o pássaro.
Mas então pensei:
Talvez ele queira conhecer algumas montanhas distantes!
E então senti medo.
Medo de nunca mais voar com aquele pássaro.
E senti inveja, inveja da capacidade de voar do pássaro.
E senti-me sozinho.
E pensei: "Vou montar uma armadilha.
“Da próxima vez que o pássaro surgir, ele não partirá mais.”
O pássaro, que também estava acostumado comigo,
Voltou no dia seguinte, caiu na armadilha, e foi preso na gaiola.
Todos os dias eu olhava o pássaro.
Ali estava o objeto de minha paixão,
E eu mostrava-o os meus amigos,
Que comentavam: "Mas tu és uma pessoa que tem tudo."
Entretanto, uma estranha transformação começou a processar-se:
Como tinha o pássaro, e já não precisava conquistá-lo,
Foi perdendo o interesse.
O pássaro, sem poder voar e exprimir o sentido da sua vida,
Foi definhando, perdendo o brilho,
Ficou feio - e as pessoas já não lhe prestavam atenção,
Quando eu passeava com ele em uma mata.
Apenas prestava atenção na maneira como
Eu o alimentava e como eu cuidava da sua gaiola.
Um belo dia, o pássaro morreu.
Eu fiquei profundamente triste,
E apenas tive a coragem de dizer
"Vai com Deus e volte com ele".
Todos os dias e noites eu passava a vida a pensar nele.
Mas não se lembrava da gaiola,
Recordava apenas o dia em que eu vir pela primeira vez,
Voando contente entre as nuvens.
Se eu observasse a mim mesmo,
Descobriria que aquilo que me emocionava
Tanto no pássaro era a sua liberdade,
A energia das asas em movimento, não o seu corpo físico.
Sem o pássaro, a minha vida também perdeu o sentido,
E a morte veio bater à minha porta.
Naquele momento imaginei
Que o pássaro queria livra-me de minhas mãos,
Para voar para terras distantes,
Sobre campos verdes, árvores e montanhas
Flores e fontes em florestas
Para casa, pelas veredas da via celeste,
Pois aquela gaiola escura e solitária
Refletia uma sombra cheia de tristeza.
Então eu preferi deixá-lo voar
Em direção aos seus sonhos,
Que um dia ele deixou para trás
Por eu pensar somente no meu sonho material
E esquecendo o seu sonho,
Era o sonho que poucos sonham hoje,
Que era o sonho de liberdade.

domingo, 22 de setembro de 2013

A cronologia política do Brasil

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Não consegui firmar o nobre pacto
Entre o cosmos sangrento e a alma pura,
Das pessoas que estão em poder
De Campos Sales.
Porém, não me dobrei perante o fato
Da vitória do caos sobre a vontade
De Rodrigues Alves e Afonso Penna.
Augusta de ordenar a criatura,
Fizeram-nos de escravos no poder,
De João de Deus e continuando
Com Getúlio Vargas.
A mesma luz ao sul da tempestade
Gladiadores nos fizeram menos intactos,
Pois vimos tanta violência, e pouca ternura,
Que nos jogaram contra uma terra de sofrimentos,
A onde estava JK prometendo fazer
Dessa terra o país que em lugar menor não há.
Para afirmar-se além de seus tormentos
De monstros cegos contra um só Jango,
Ficamos frágeis, porém vidente, morto ao som
De Castello Branco de verdade e de loucura.
Bateu-se delicado e fino, com
Tanta violência, mas tanta ternura
Que pensávamos que tudo iria mudar
Quando chegou Marechal Costa e Silva.
Mas nada de bom aconteceu,
Até acontecer o pior em setenta e quatro.
Cruel foi o triunfo de alguém
Que pareceu como um anjo em noventa e dois,
Transformado esse país em um país de muitas mentiras,
E destruindo a pouca verdade.
Celebramos tanto, te adorávamos tanto,
Porque pensávamos que Itamar
Transformava pedra em pão
E água em vinho sem se atentado,
Pela corrupção.
Entretanto, acreditamos que o tempo
De cantar finalmente chegou
Ao cantamos FHC e FHC.
Mas tanta violência foi gerada,
Que um metalúrgico finalmente
Entrou no poder dos poderes.
Agora ele governara com a soberania
E com transparência.
Contudo esse governo só ouviu
Falar de sanguessugas e mensaleiros.
Agora, só daremos oportunidade
A uma mulher que tem história e palavras.
Essa se chama Dilma Rousseff.
Pois em três anos de governo ela fez:
A inflação subir, a taxa de juros aumentarem,
O PIB cair em pelo início do ano,
E os impostos triplicarem já no fim desse ano...
Agora quem haverá de vim?
Será que ela irá de voltar?
Ou entrará outra pessoa
Com outra proposta
Mas com os mesmos objetivos.



sábado, 21 de setembro de 2013

O caminho é um só

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Eu estava em um bosque amarelo 
E avistei dois caminhos que se separavam,
E lamentei não poder seguir os dois.
E sendo apenas um viajante,
Fiquei muito tempo parado
Pensando no qual eu seguiria.
E olhei para um deles tão distante quanto pude,
Até eu me perder na mata;
Entretanto, eu tinha que me decidi,
Então segui o outro, tão bom quanto
Ou outro do outro lado.
Porque ou outro estava coberto de mato e querendo uso
Embora os que por lá passaram.
Fizeram desse caminho
Um caminho desmatado,
Onde não havia mais o verde das folhas,
Mas havia o vermelho do fogo.
Embora sabendo como um caminho leva para longe,
Duvidasse que algum dia voltasse novamente.
Direi isso suspirando
Em algum lugar, daqui muito e muito tempo,
Dois caminhos se separam em um bosque,
E eu escolhi o menos percorrido,
Porque eu sabia que ali não tinha nada
Porque ainda ninguém fez desse nada
O muito que se pode fazer.
E isso fez toda diferença.



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