quarta-feira, 31 de outubro de 2018

PRF

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A política, a Religião e o Futebol só serve para dividir, estabelecer a discórdia, a desinteligência entre o povo e imbecilizar o homem.
Pois, toda contestação é inútil.
Discutir racionalmente com o outro uma opinião de origem afetiva ou mística só terá como resultado exaltá-lo.
Visto que os tolos acreditam que política, religião e futebol não se discute,
por esse motivo os ladrões continuam no poder e os falsos profetas continuam a pregar,
conscientes de que o melhor catalisador para o emburrecimento é o apego incondicional a uma ideologia.
Todos sabemos que a Política,
a Religião e o Futebol há muito tempo tornou-se a arte da conquista e da conservação do poder e a luta contra essas instituições são difíceis, porque elas são organizados,
e nós não.
Entretanto, o típico imbecil do nosso tempo não é assim chamado por ser simplesmente um imbecil que por coincidência nasceu em determinada época e não em outra;
não o é nem mesmo por haver uma ligação íntima entre a nossa época e a sua imbecilidade, embora essa ligação sem dúvida exista, mas porque o sentimento de pertencer a essa época, ao famoso 'nosso tempo',
constitui de certo modo o núcleo e o ponto forte do seu modo de ser imbecil,
ou de não saber quase tudo.
Contudo, eu,  era um imbecil coletivo que sobre o nada eu tinha profundidades, não tinha conexões com a realidade.
Pensava que poderoso não era aquele que descobre ouro.
Mas, era aquele que descobre as
insignificâncias do mundo e as nossa.
Por essa pequena resolução me elogiaram de imbecil.
Fiquei emocionado porque sou fraco para elogios.

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