quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Central do Brasil


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Quero ter uma memória,
sentimental avançada,
para ser sempre romântico,
nas horas vagas.


Quero dirige a uma,
mulher da nobreza,
quero esta geralmente,
cansado de ter amar.


Preciso de muito silêncio,
e de muita paciência,
para eu escrever meu livro,
numa estratégia de um poeta.


Estou num espaço pequeno,
está chovendo em todos os país.
só um milagre sugestivo,
pode aliviar o meu coração.


Só a literatura me alimenta,
com todos os problemas que eu tenho,
num coração partido de um alienado leitor,
que alenta o que aprendo de mim.


Escrevo no estado em que me encontro,
escrevo sob efeito contrastante,
escrevo sob efeito borboleta,
a pena me escreve felizmente.


Sou escrito indiferente,
com seu corpo cheio de tinta,
a única coisa interessante,
na poesia é a linguagem.


A poesia é a minha comunicação,
comigo mesmo, e com o mundo,
embora nossas linguagens,
sejam diferentes.


Eu espero que você olhe,
a minha nobreza,
nessa rua ou nesse trem,
que eu pego todos os dias.


É o mínimo eu agora eu ser um poeta,
escrevendo em ritmo acelerado,
até a exaustão do corpo,
que não apodrecera com a maçã.



Não gosto de gritar porque,
a poesia ela própria é meu múrmurio,
quando estou arrogante,
e cínico por me defender.


Eu estava triste sem palavras,
e ao mesmo tempo feliz,
por eu saber que,
o meu equilibro esta nas palavras.


Eu não mando nas minhas palavras,
as palavras que mandam em mim.
quando estou nesse labirinto,
desse teto suspenso do futuro.


Gosto que as palavras me usem,
para eu me emocionar com,
os aplausos das pessoas que,
são mostradas do modo maravilhoso.

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