terça-feira, 8 de dezembro de 2020

Poema sobre a vitória da constituição

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A Constituição ganhou mais uma vez.
E quanto mais a Constituição ganha, melhor para a democracia e para o país.
O Supremo Tribunal Federal acertou em
barrar a tese da reeleição de Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre,
pelo simples fato de que a Constituição não permite a reeleição dentro de um mesmo mandato legislativo.
Assim como ela não permite a reeleição de presidentes,
governadores e prefeitos para um terceiro mandato.
Se aprovasse a reeleição de Maia e Alcolumbre,
o STF teria tomado uma decisão criticada como ação entre amigos, mal falada até nas rodas da malandragem.
Isso seria muito ruim para a postura de guardião da Constituição e defesa da democracia que a Corte vem assumindo com plena legitimidade.
A permanência de Maia e Alcolumbre seria construtiva para agenda econômica,
mas seria destrutiva para a agenda política.
A pauta de reformas não vai ficar pior nem melhor sob comando de novos presidentes da Câmara e do Senado.
Felizmente, já é de conhecimento dos deputados e senadores que as reformas tributária e administrativa são urgências de interesses nacionais.
Elas não podem depender de interesses políticos ou partidários e muito menos ideológicos.
Havia quem acreditasse que a tese da reeleição era uma tese de botequim.
Se isso fosse verdade, equivaleria dizer que,
ao separar os bêbados dos sóbrios,
o Supremo ficou do lado dos sóbrios.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2020

Uma pequena observação

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De 2016 para 2020, Crivella perdeu 800 mil votos.
Ele teve 1 milhão e 700 mil em 2016.
E agora 900 mil em 2020.
Ou seja, o atual prefeito foi derrotado pelos eleitores cariocas,
que lhe deram uma grande sentença de reprovação.
Não só da gestão administrativa, como também da gestão pessoal.
Crivella foi julgado no Tribunal das Urnas como prefeito e como pessoa.
Pode-se dizer que ele foi alvo de um referendo,
no qual foi duramente castigado.
Assim como, para os 800 mil eleitores que o abandonaram,
o Rio também foi duramente castigado.
Já de Paes, o Eduardo, os cariocas esperam uma administração que possa resgatar seus melhores momentos como ex-prefeito.
E esperam também uma postura que permita ao futuro prefeito, ele mesmo reparar seus erros e não desapontar o terceiro voto de confiança,
o terceiro mandato,
a terceira chance que recebeu.
Se Crivella promoveu a morte lenta do astral e do orgulho de sermos cariocas, caberá a Eduardo ressuscitar essa nossa dádiva perdida.
A responsabilidade de Paes é no sentido de ele exigir de si mesmo uma gestão que o faça merecer a volta ao cargo.
Não basta a Eduardo Paes a sensação ou percepção de que ele foi um bom prefeito no passado.
Eduardo Paes terá que provar que será de novo,
ou de verdade,
um bom prefeito no futuro.

Poema sobre o meu testemunho

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Eu quero testemunhar, meu amor por você.
Eu quero atestar a sua veracidade e a validade que você tem pra mim.
Eu farei, tudo que eu posso fazer por você.
Juntos, nós estaremos juntos, porque eu quero depor sobre a sua existência para mim.
Então, venha testemunhar, seu amor por mim.
Você pode ser todas as coisas que você quer ser, pois nós estaremos juntos.
Cada coração que tenha sempre sido quebrado sabe que estas coisas não devem deixar de ser mencionadas, pois o meu papel é te dizer a verdade, e contar tudo aquilo que sei dando a cada dia a força a inclinar-se em uma outra verdade.
No meu ministério, eu estarei lá para você,
você estará aqui para mim.
Eu quero testemunhar, minha fé em você.
Eu queria testemunhar sua confiança em mim.
Eu quero executar as minhas tarefas, obras e atividades todas com você.
Você vai chegar de forma diferente como se nesta temporada de não me ver, eu teria te surpreendido também.
Talvez porque você sabe como eu penso sobre você e eu listo você.
Afinal existe nostalgia, embora não choremos nas plataformas fantasmagóricas, nem nas almofadas da franqueza,nem sob o céu opaco.
Eu sinto saudade do seu rosto que é uma  vanguarda, porque eu pinto nas paredes com linhas invisíveis e seguras.
Não esqueça que seu rosto olha para mim como um povo, sorria e se enfureça e cante, como um povo.
Agora não tenho dúvidas, você vai chegar de forma diferente com sinais com profundidade.
Francamente.
Eu sei que vou te amar sem perguntas.
Eu sei que você vai me amar sem respostas.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2020

Poema sobre a polarização política

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Toda eleição é uma vitória da democracia.
E a boa notícia é que a grande derrotada este ano foi a polarização política.
Repare que no Rio, São Paulo, Belo Horizonte,
outras capitais e na maioria das cidades, os eleitos têm perfil moderado,
eles não têm perfil de extrema direita ou de extrema esquerda.
Mas, juntos, os que ganharam não desenham um rosto nacional capaz de disputar de forma competitiva a corrida presidencial de 2022.
Isso significa que as eleições daqui a dois anos ainda estão configuradas como um confronto entre o bolsonarismo e um adversário sem nome e sem rosto.
Ou seja, as eleições de 2022, por ora, têm a cara do Bolsonaro contra algo parecido com os cabelos do Mandetta,
os olhos do Moro, as orelhas do Doria e o nariz do Luciano Huck… 
mas tudo ainda meio desfocado, muito indefinido.
São eleições domésticas,
eleições para quem quer
arrumar sua casa e seu quintal,
sem ainda preocupações ou ambições nacionais.
A única coisa que se pode afirmar sobre a votação deste 2020 foi que ela representou um freio de arrumação,
uma correção de rumo, naquela votação de 2018.
Mas nada hoje serve para atestar ou comprovar o que vai acontecer em 2022. O que pode acontecer em 2022 é tão incerto quanto a vida e tão incerto quanto a morte.
E, em se tratando de vida ou de morte, é sempre melhor não precipitar nada.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2020

Poema sobre agropecuária

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Eu já pedi aqui que parem de falar mal da vacina, da ciência,
da imprensa e da democracia.
Isso porque vacina, ciência, imprensa e democracia são conquistas civilizatórias da nossa existência,
são conquistas da nossa humanidade, conquistas das quais não podemos recuar.
Ou seja, não dá para reclamar delas, assim como não dá para reclamar do ar que a gente respira,
da água que a gente bebe,
nem do alimento que a gente come.
Por isso, a exemplo da vacina, ciência, imprensa e democracia, eu hoje vou pedir que parem de falar mal da agricultura,
da agropecuária,
do agronegócio,
do agroBrasil.
Os produtores e trabalhadores do agro, do campo, do setor rural não são nossos inimigos.
Eles são nossos amigos, irmãos e compatriotas.
Eles são parte das nossas vidas e representam muito além do que o Pão Nosso de cada dia.
São esses gigantes, grandes, médios, pequenos ou micros produtores e trabalhadores que plantam,
cultivam e fazem o nosso café da manhã, o nosso almoço,
o nosso lanche o nosso jantar.
Eles estão à frente, no meio e por trás das nossas cervejas,
dos nossos refrigerantes,
dos nossos vinhos,
das nossas bebidas e até das nossas roupas.
Esses grandes produtores ou pequenos trabalhadores não são inimigos da floresta, da flora, da fauna, da natureza, do meio ambiente.
Eles não são inimigos da Amazônia!.
Eles sabem melhor do que ninguém que o que vai salvar a Amazônia é a produção sustentável, é a produção consciente, além da legislação que só precisa ser respeitada e do código florestal que só precisa ser aplicado.
Então, por respeito a esses grandes heróis do campo, parem de falar mal da agropecuária
Nem que seja só por reconhecimento, nem que seja só por gratidão.

sexta-feira, 27 de novembro de 2020

Os exterminadores de futuros .

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As liberdades civis e os direitos humanos exigem de nós uma convivência diária com o outro,
com o próximo,
com o diferente,
com o divergente.
Enfim, com quem ou o quê não gostamos.
A vida não nos dá licença para matar e exterminar quem ou o quê nos incomoda.
Por isso, vale repetir o que eu já disse aqui em meados do ano.
A Covid-19 é uma doença agravada pela dificuldade de respirar.
O racismo também.
Mas o direito de respirar, vital na forma concebida por Deus,
não pode ser retirado do homem,
pelo homem,
pelo preconceito.
A ninguém foi dado o poder de decidir quem deve viver e quem deve morrer… com base na cor da pele,
dos olhos,
dos cabelos,
enfim, dos códigos genéticos.
Somos os verdadeiros exterminadores de futuros,
de vidas,
de sonhos,
de planos,
de famílias e de crenças.
A ninguém foi dado o poder de sufocar a vida e os sonhos de ninguén,
com base na etnia,
na língua,
na origem,
na história ou na geografia.
Não basta mais gritar que “vidas negras importam”.
É urgente agora provar que vidas negras importam “também” nas salas de aula, nas carreiras profissionais,
nas grandes empresas,
nos cargos de chefias,
nas artes,
no teatro,
no cinema,
na cultura e na ciência em geral.
Somos os verdadeiros exterminadores do futuro.
Tudo isso sem que se trate de exceções, superações ou sobreviventes.
O racismo é uma aberração insuportável. O racismo é um vírus irrespirável.
Que venha a vacina!.

terça-feira, 24 de novembro de 2020

Reciclagem humana

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É cada vez maior o entendimento e a convicção de que não se trata mais de as pessoas dizerem que não são racistas.
Se trata agora de as pessoas se declararem antirracistas, contra o racismo.
Hoje, as pessoas não podem mais simplesmente se proteger na mera alegação de que não discriminam esse ou aquele.
Hoje, as pessoas precisam, sim, se posicionar contra a discriminação,
contra o preconceito, em qualquer circunstância.
Não só as pessoas, mas também as empresas.
As empresas precisam educar e se reeducar.
De qualquer natureza ou segmento, as empresas precisam se preocupar com quem contratam,
direta ou indiretamente.
Principalmente para os serviços terceirizados, que se relacionam com as atividades-fim.
Cuidados precisam ser redobrados, multiplicados, para se evitar uma crise de marca, imagem ou reputação.
Em escândalos de grande porte ou impacto, não basta nota ou Comunicado prometendo providências imediatas e apurações rigorosas.
Isso é o óbvio e é inócuo diante de uma comoção nacional ou uma repercussão internacional.
Também não basta anunciar a demissão sumária dos envolvidos e o cancelamento do contrato de serviços.
Em casos excepcionais, a sociedade e a opinião pública precisam acreditar que, mais importante que a gestão operacional e financeira,
é promover uma gestão de atitudes, reciclagem, treinamento ou re-treinamento dos funcionários essencialmente em termos de valores, princípios, compromissos e responsabilidades corporativas.
Em atos e fatos letais, a sociedade e a opinião pública precisam acreditar que as empresas compartilham a dor,
o repúdio,
a indignação,
o sofrimento e as condolências.
Enfim, todos nós precisamos melhorar como pessoas,
seja como pessoas físicas,
seja como pessoas jurídicas.

segunda-feira, 23 de novembro de 2020

O vírus da ignorância

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Não podemos esquecer que,
de certa forma e de várias formas,
todos fomos igualados pela pandemia. De modo que não deveria caber a ninguém se achar melhor,
superior ou absoluto.
Alguns desceram ao ponto de não aceitar sequer ser chamados de cidadãos.
Esses parecem orgulhosos por não terem aprendido que cidadãos são todos aqueles que compreendem os seus papéis,
os seus compromissos e as suas responsabilidades.
O Brasil é formado por 27 unidades federativas,
e não por 27 Brasis independentes.
O Brasil é habitado por mais 212 milhões de brasileiros,
e não por 212 milhões de médicos, imunologistas ou epidemiologistas.
Distorções ocorrem, e pessoas morrem porque somos 212 milhões de viciados, viciados em muita ignorância popular e pouco conhecimento científico.
Além de muitos direitos e poucos deveres.
Ou pior ainda: 212 milhões de viciados em nenhum dever,
nenhuma obrigação com nada e com ninguém.

domingo, 22 de novembro de 2020

Ser desumano também é um vírus

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Depois de desembarcar no Brasil mais cedo do que esperávamos,
o coronavírus só vai embora mais tarde do que desejamos.
A segunda onda chegou sem pedir licença,
antes mesmo de a primeira onda ter acabado.
Curioso é que grande parte da culpa não é só do vírus;
é também nossa.
Nossa porque ser desumano também é um vírus mais fatal, quanto o próprio coronavírus.
Espantoso como nem uma desgraça é capaz de melhorar os seres humanos. Não aprendemos nada com as guerras, as revoluções,
as escravidões,
os genocídios,
os extermínios e os holocaustos.
Seguem frequentes nas ruas as brigas e as confusões envolvendo máscaras, cloroquina e quarentena.
A pandemia virou plebiscito.
São cada vez maiores os abusos, absurdos e excessos de pessoas dispostas a criar suas próprias leis,
suas próprias regras,
e adaptá-las às suas próprias vontades, verdades ou mentiras.
Parece difícil a essa gente entender que, pelo bem de todos,
uma pessoa não pode escolher somente o bem dela,
principalmente quando o que ela acredita ser o bem dela é errado para o bem todos.
Não para todo mundo,
mas para quem podia e ainda pode,
o isolamento social deveria ser entendido como um ato de amor pelo outro e pela própria vida;
em vez de ser combatido até hoje por quem despreza o próximo,
ou despreza a si mesmo.

sexta-feira, 20 de novembro de 2020

Vidas negras importam

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Pouca coisa a comemorar e muita a denunciar.
Persistem apartheids reais,
exclusões e assassinatos cotidianos.
Ouvimos o grito no ano da pandemia: "Vidas brancas importam".
Resta responder para quem importam.
Um desafio para todos nós.
O mundo brasileiro foi idealizado para facilitar a vida do homem branco.
No polo oposto, todas as dificuldades para a mulher negra.
É uma construção real que fica naturalizada pelo uso cotidiano.
Perdemos a noção dos privilégios pela diluição no tempo histórico.
Temos de aprender a viver juntos como irmãos ou perecer juntos como tolos.
Essa revolução é uma luta de todos.
Todo mundo tem uma voz, não ouse ficar calado, se você não diz nada, você é um acessório para a violência.
Deixe essas palavras secarem as lágrimas do meu povo que está chorando, podemos trazer de volta a esperança, mas não as pessoas que estão morrendo.
É o que acontece quando as pessoas que você oprimiu pedem mudanças em um país que eles construíram,
mas você as ignora e nega.
Isso para Sandra Bland, George Floyd e toda brutalidade policial familiar interveio e destruiu.
Casal policial ruim não pode definir todos os outros garotos,
então todo policial bom precisa se levantar e fazer barulho.
Preto, branco, asain não importa, porque não podemos evitar,
então vamos todos nos unir e, sim, ficar irritados com as pessoas que acreditam que o racismo faz sentido em um país construído com base no trabalho escravo minoritário empregado.
Veja ninguém nascer homem racista, é algo que você aprende
Profundamente enraizado no seu cérebro desde o dia do seu nascimento.
Acho que é hora de consertar todas as pontes que queimamos, e deixar o amor sair de nossos corações nas bochechas que viramos.
Espalhe amor, mostre amor, vamos nos livrar dessa maldição.
Não espere que alguém vá primeiro, pois essa é a única maneira de vermos a paz na terra.
Vermelho é a cor que todo ser humano sangra.
Então, vamos nos unir policiais e intermediários pelos direitos de todos na humanidade.
Vidas negras importam não devem irrita-ló ou fazê-lo gritar.
Todas as vidas importam porque não somos tratados igualmente.
Lembra quando éramos crianças e não víamos cor e quando brincávamos no jardim de infância e eu te chamei de meu irmão.
Então nós crescemos e eles nos ensinaram que deveríamos odiar um ao outro, embora, todos nós viemos de nossas mães.
Por isso, eu quero que vocês entendam que o ódio não é uma característica,
foi aprendido quando começou a desigualdade racial.

quinta-feira, 19 de novembro de 2020

Poema sobre o segundo turno

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Os resultados do primeiro turno do Rio de Janeiro já eram previstos pelas pesquisas.
Pesquisas que, como eu sempre digo,
já fazem parte das nossas rotinas e boas práticas democráticas.
Mas os números do primeiro turno no Rio vão e falam além das pesquisas.
O que os números dizem é que Eduardo Paes vai para o segundo turno com um favoritismo confortável em relação a Marcelo Crivella.
Daí que, em geral, num segundo turno de qualquer eleição,
os desafios de quem fica em segundo lugar são sempre bem maiores.
Um deles é atrair os votos que não recebeu no primeiro turno.
Outro é tentar reativar os votos nulos, brancos ou abstenções,
e reverter esses votos inválidos em votos válidos a favor.
Nesse caso dos nulos, brancos e abstenções,
o problema é que eles vêm de eleitores convictos, ou seja, eleitores determinados a invalidar já no primeiro turno,
quando ainda existem muitos nomes à disposição.
Há também, para alguns candidatos,
o esforço de superação visando administrar um alto índice de rejeição.
Se não for reduzido, esse índice pode acabar beneficiando o concorrente menos indesejável.
Enfim, realmente, o segundo turno representa uma nova disputa,
mas é uma nova disputa que não zera as circunstâncias herdadas do primeiro turno.
Nem de facilidades,
nem de dificuldades,
nem para o bem,
nem para o mal.
Resumindo: o segundo turno é uma nova chance para todos.
Principalmente para o segundo colocado.

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