domingo, 9 de dezembro de 2012

Um olhar do paraíso

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Uma menina foi enviada
Para realizar a vontade de um.
Sua exigência foi declarada bem simples.
Embora ela nunca a professasse em
Voz alta dizendo: Eu sou ela, a escolhida.
Em seu nome eles podiam matar,
Por seu nome podiam morrer.
Apesar de tantos acreditarem nela,
Ainda mais estavam certos de que mentia,
Mas eles seguirão lutando a batalha
Então um cuja fé havia perecido
Correu de volta para cima da montanha
Mas antes que alcançasse o topo 
Uma passada mal colocada lhe fez desviar
Do caminho preparado para ela,
Para fora da montanha,
Em direção a uma vastidão de gelo.
Essa visão inesperada a fez parar e tremer com medo,
Mas nada era seu pavor comparado
Ao daqueles que o viram surgir
Terror encheu suas mentes com reverência
Simples era o povo que vivia
Por sobre essa onda congelada.
Então não era surpreendente seu pensamento,
Este é ela, a escolhida por Deus,
Que veio salvar-nos de
Todos nossos opressores.
Nós deveremos ser reis neste mundo
Sigam-me!
Jogarei o jogo que vocês quiserem
Até que encontre um caminho de volta para casa
Sigam-me!
Eu lhes darei força dentro de vocês,
Coragem para vencer suas batalhas -
Pois, isto não pode continuar.
Isso será tudo aquilo do que fugi.                        
Deixe-me descansar por um instante
Ela caminhou em direção a um vale
Totalmente só
Então falou com a água e com a videira
Eles não me deixam escolha.
Devo liderá-los para a glória ou
Mais provavelmente para a morte
Eles viajaram através de um platô de gelo, até sua borda.
Então atravessaram a montanha e viram o último planalto.
Ainda assim ela apressava-os para diante
Então, num declive distante,
Ela observou um sem esperança
Correr de volta para cima da montanha.
Ela pensou tê-la reconhecido pelo andar,
E ao lado do caminho ela caiu,
E ao lado do caminho ela
Levantou-se, e desapareceu no ar.

domingo, 2 de dezembro de 2012

A fragilidade e à sensibilidade

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Todo mundo sabe que vivemos num mundo
Onde só damos valores às coisas aparentes.
Todo mundo sabe que vivemos num mundo,
Onde dão maus nomes às coisas não aparentes.
Todo mundo sabe que vivemos num mundo
Em que não sabemos dar um segundo olhar
Ás coisas que realmente são belas.
Todo mundo sabe que vivemos num mundo
Onde o que chamamos de belo
É apenas algo á venda.
As pessoas riem por trás de você,
Enquanto você na frente dela
Elogia com palavras tão sinceras.
Poucas pessoas dão chance
À fragilidade e à sensibilidade
Que muitos têm que muitos sentem quando estão
Sendo humilhadas e difamadas...
E você passa de bela para fera,
Para ser, pisada ao chão, e,
Para você cair não chão.
Nós não temos que viver num mundo
Onde só damos maus nomes ás coisas que você
Julga não ser belas e bonitas o bastante para te desfazer.                                       
Tem pessoas que estão sendo iludidas e enganadas,
Pela elite que defini os rumos dos seus dias.
Tem pessoas que usam os mesmo cremes com rótulos diferentes,
Tem pessoas que cheiram os mesmos
Odores de perfumes com nomes diferentes.
E quanto seus cremes e perfumes acabam
Vocês desejam adquiris os mesmos novos,
Senão você entrara em desespero
Sem saber que o desespero é capaz
De enganar o desesperado.
Se existe uma vida para cada ser humano
Então vamos vivê-la em um mundo,
Que daremos as pessoas uma segunda chance.
Você é forte o bastante para vivê-la?
Você tem fé para vivê-la?
Você é sensato (a) o bastante para vivê-la?
Honesta (o) o bastante para dizer...
Não precisa ser o mesmo (a),
Não precisa ser desta maneira,
Mas se você quiser assine o seu nome
No livro da superclasse...
Você tem coragem o bastante para isso se você tiver levanta-se...
E de um tempo em você mesmo para pensas
Que talvez você vivas em uma crise de valores,
E um universo centrado nas aparências.

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

O dialogo do amor

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Não há nada complicado sobre a
Maneira como vivemos.
Pois estamos aqui um para o outro,
Para compartilhamos amor,
Que você procurou sobre
Um sonho que devaneio tão brevemente.
Nós temos tudo que precisamos.
Há mais do que o suficiente para você, e para todos.
Todos têm que partilharmos,
E todos nós nos importamos.
Então acorde para a realidade
E veja como um ato de bondade é o amor.
Se só este amor não lhe cabe no coração,
É por que é amor o que você procura.
Então, seja bem-vindo ao nosso encontro de amores.
Se por acaso você viveu sem amor,
Essa face te fez entender a sua buscar pelo amor!
Então, bem-vindo ao nosso encontro fraternal.
Pois estamos felizes dando e recebendo,
Para os amigos que estamos fazendo.
Não fique nervoso, não se preocupe                        
Pois não há nada que não iremos fazer sem amor.
Então, bem-vindo ao nosso encontro familiar.
Bem vindo ao nosso tempo de ser feliz.     
Bem vindo a esta reunião para quem quer amor
O objetivo de hoje é compartilhar tudo
Inclusive o nosso amor.
Se os anjos que você vires entendem sobre o amor,
Então deixe um anjo lhe tocar a fronte
E sinta este amor correr-lhes o corpo.
Existe um amor entre nós que ninguém pode explicar.
É uma celebração da vida,
Em estar vendo amigos novamente.
Eu estarei lá para você.
Eu sei que você estará lá para mim também.
Então, sabias que tudo é amor
E você não pode negar isso.
Pois quando você negas é porque falta amor.
Quando um filho se aproxima e lhe roga colo,
O que você ceder é amor!
E mesmo que eu você não ceda
Mesmo assim ele te acompanharia,
No seu coração e na sua mente,
Pois a falta de amor vai-lhe incomodar.
Se você lembra-se de entes queridos que partissem,
Ou alguém querido em seu coração,
É porque encontrar-se amor ainda nele,
Então vamos conservar o nosso lugar
Onde se reunimos para dialogamos sobre o amor.
Pois este tem de ser o lugar mais bonito,
O lugar mais pacífico.
Eu nunca estive em um lugar assim
Não é nada como eu nunca tenha visto antes.
Quando eu penso o que eu achava.
Eu achava apenas o amor,
Que eu aprendi a usá-lo e não abusá-lo.
Então espero que vocês usem e não abusem,
Pois estamos aqui para compartilhar tudo
Se o tudo for o amor que você queiras como eu quero.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Poema para uma amiga ausente


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De sábado para domingo fazê-las
Um ano que eu não te vejo,
E um ano que você me vê.
Quando a meia noite chegar,
E os ventos baterem as minhas janelas
Você findara nos corações
De quem te ama e de quem te odeia.
Eu ainda não sei se vou à igreja,
Reza ou ora por você nesse dia.
Hoje está frio, portanto usei o casaco que me deres,
E fiquei sentado na praça lembrando-se de você.
Varias meninas passam na minha frente,
A caminho de casa com um carinho de bebê.
E você passou e eu não a vir, que tolo que eu sou.
Eu vi um pastor e um padre almoçarem juntos,
Eles acenam para mim com um gesto cortês.
Mas eu não vi você acenar para mim.
Talvez se acenasse e eu não a vir
Pois estava relembrando o dia em que
Deixei duas moedas no copo de uma menina
Que correu de volta pelo caminho que chegou,
Para espera o ônibus que desce a rua tão,
Tranqüilamente, como tranqüilamente eu espero você,

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